Desempenho chave

192 ch
Potência
🔧
1000 cc
Cilindrada
⚖️
195 kg
Peso
🏎️
300 km/h
Velocidade máx
💺
820 mm
Altura do assento
16.0 L
Tanque
💰
22 499 €
Preço novo
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Especificações técnicas

Motor

Cilindrada
1000 cc
Potência
192.0 ch @ 13000 tr/min (141.2 kW)
Torque
112.8 Nm @ 11000 tr/min
Tipo de motor
4 cylindres en ligne, 4 temps
Arrefecimento
liquide
Taxa de compressão
13 : 1
Diâmetro × curso
76 x 55,1 mm
Válvulas/cilindro
4
Sistema de combustível
Injection Ø 48 mm

Chassi

Chassi
Double poutre périmétrique en aluminium
Câmbio
boîte à 6 rapports
Transmissão final
Chaîne
Suspensão dianteira
Fourche téléhydraulique inversée Öhlins NIX30 Ø 43 mm, déb : 120 mm
Suspensão traseira
Mono-amortisseur Öhlins TTX36, déb : 60 mm

Freios

Freio dianteiro
Freinage 2 disques Ø 320 mm, fixation radiale, étrier 4 pistons
Freio traseiro
Freinage 1 disque Ø 220 mm, étrier simple piston
Pneu dianteiro
120/70-17
Pressão dianteira
2.50 bar
Pneu traseiro
190/50-17
Pressão traseira
2.90 bar

Dimensões

Altura do assento
820.00 mm
Tanque
16.00 L
Peso
195.00 kg
Preço novo
22 499 €

Apresentação

O que justifica assinar um cheque de 22.499 euros por uma esportiva japonesa quando, por esse valor, a Ducati entrega as chaves de uma Panigale V4? A resposta cabe em duas letras: SP. Esse sufixo, na Honda, transforma a CBR 1000 RR Fireblade em uma máquina de outro calibre. Safra 2019, esta versão não revoluciona a ficha técnica. O quatro cilindros em linha de 999 cm3 continua despejando seus 192 cavalos a 13.000 rpm, com um torque de 112,8 Nm fixado em 11.000 giros. A verdadeira novidade acontece nos bastidores, no lado do software. A Honda revisou metodicamente cada parâmetro do arsenal eletrônico para refinar o comportamento da sua Fireblade.

Honda CBR 1000 RR Fireblade SP

O controle de tração HSTC ganha em precisão e suavidade de intervenção, levando em conta agora o perfil do pneu traseiro. O anti-empinamento, dissociado do HSTC, é ajustado separadamente em três níveis, com uma recalibração do retorno da roda dianteira para evitar solavancos. O acelerador ride-by-wire ganhou em reatividade, com a queda de rotação ao soltar o acelerador reduzida em 45%. O ABS, por sua vez, ficou mais discreto para permitir frenagens mais incisivas. Retoques cirúrgicos, não uma revolução. Mas na pista, a diferença entre uma moto que inspira confiança e uma moto que irrita se define precisamente nesse tipo de detalhe.

A base mecânica continua sendo a da reformulação completa de 2017: um bloco mais leve, um chassi dupla viga perimétrica em alumínio revisado, um peso contido em 195 kg com todos os fluidos e uma silhueta esculpida a bisturi. O painel TFT condensa uma quantidade de informações digna de um cockpit de corrida: mapas do motor, modos de pilotagem, gestão do freio motor, central inercial IMU Bosch de cinco eixos. A SP leva o nível mais longe do que a RR padrão com um equipamento de primeiro escalão. A Öhlins fornece a bengala invertida NIX30 de 43 mm e o mono-amortecedor TTX36, tudo pilotado pelo sistema semiativo S-EC. Na prática, a suspensão se adapta em tempo real conforme você freia, acelera ou está inclinado, extraindo seus dados da IMU. Três modos ativos (Pista, Sport, Confort) e três modos manuais oferecem uma gama de ajustes que cobre tanto o passeio de domingo quanto o track day entre as zebras.

No quesito frenagem, a Brembo entra em cena com pinças radiais de quatro pistões que mordem discos de 320 mm. Coisa séria, embora a Honda não tenha ido até as M50, reservando talvez esse degrau a mais para uma geração futura. O quickshifter Up & Down, de série na SP enquanto permanece opcional na RR, permite trocas de marcha sem tocar na embreagem, ajustável em três níveis. O reservatório em titânio economiza 1,3 kg, as rodas de alumínio na cor dourada aliviam ainda mais o conjunto em 100 gramas. Gramas raspadas uma a uma, à moda japonesa.

Diante da Yamaha YZF-R1M e da Kawasaki ZX-10RR, a Fireblade SP 2019 aposta na carta da polivalência premium em vez da de puro instrumento de pista. Ela mira um piloto exigente, entusiasta de track days, que quer uma eletrônica apurada e suspensões semiativas sem precisar passar pela etapa de preparação. As pedaleiras do passageiro, aliás, foram eliminadas, sinal de que a vocação é clara. Para quem quer ir ainda mais longe na competição pura, a Honda oferece a SP2, mais radical e mais exclusiva. A SP, por sua vez, ocupa esse nicho preciso entre a esportiva de série e a arma de corrida. Um posicionamento sutil, à imagem dessa atualização 2019: sem fogos de artifício, mas um trabalho de base que recompensa quem sabe ler nas entrelinhas de uma ficha técnica.

Equipamentos de série

  • Assistance au freinage : ABS de série

Informações práticas

  • La moto est accessible aux permis : A

Indicadores e posicionamento

Relação peso/potência
0.97 ch/kg
🔄
Binário / peso
0.58 Nm/kg
🔧
Potência volumétrica
189.4 ch/L
Na categoria Sport · cilindrada 500-2000cc (3629 motos comparadas)
Potência 189 ch Top 20%
50 ch mediana 132 ch 212 ch
Peso 195 kg Mais leve que 75%
185 kg mediana 205 kg 266 kg
Relação P/P 0.97 ch/kg Top 17%
0.24 mediana 0.65 1.08 ch/kg

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Perguntas frequentes

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