Desempenho chave

181 ch
Potência
🔧
1000 cc
Cilindrada
⚖️
199 kg
Peso
🏎️
300 km/h
Velocidade máx
💺
835 mm
Altura do assento
17.7 L
Tanque
💰
19 199 €
Preço novo
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Especificações técnicas

Motor

Cilindrada
1000 cc
Potência
181.0 ch @ 12250 tr/min (133.1 kW)
Torque
113.8 Nm @ 10500 tr/min
Tipo de motor
4 cylindres en ligne, 4 temps
Arrefecimento
liquide
Taxa de compressão
12.3 : 1
Diâmetro × curso
76 x 55,1 mm
Válvulas/cilindro
4
Sistema de combustível
Injection Ø 46 mm

Chassi

Chassi
Double poutre aluminium composite type Diamond
Câmbio
boîte à 6 rapports
Transmissão final
Chaîne
Suspensão dianteira
Fourche téléhydraulique inversée Öhlins NIX30 Ø 43 mm, déb : 120 mm
Suspensão traseira
Mono-amortisseur Öhlins TTX36, déb : 60 mm

Freios

Freio dianteiro
Freinage 2 disques Ø 320 mm, fixation radiale, étrier 4 pistons
Freio traseiro
Freinage 1 disque Ø 220 mm, étrier simple piston
Pneu dianteiro
120/70-17
Pressão dianteira
2.50 bar
Pneu traseiro
190/50-17
Pressão traseira
2.90 bar

Dimensões

Altura do assento
835.00 mm
Tanque
17.70 L
Peso
199.00 kg
Preço novo
19 199 €

Apresentação

Quem se lembra da época em que a Fireblade aterrorizava a concorrência? Em 2015, a Honda tenta reacender essa chama com a CBR 1000 RR SP, uma versão afiada de sua esportiva, vestida nas cores Repsol de Marc Marquez. Rodas douradas, linha agressiva, silhueta talhada para o ataque: essa SP não esconde suas ambições. Ela quer a pista, e deixa isso claro desde o primeiro olhar.

Honda CBR 1000 RR Fireblade SP

O grande argumento dessa edição é o seu chassi. A Honda descartou o garfo Showa BPF da versão standard para instalar um Öhlins NIX30 invertido de 43 mm, montado em mesas específicas e um eixo de direção em aço. Na traseira, um mono amortecedor Öhlins TTX36 completa o conjunto, com pontos de ancoragem reforçados para melhorar a rigidez do quadro de dupla viga em alumínio. Tudo vem regulado de fábrica para a pista. Não é preciso passar pela oficina antes de ir ao circuito. No quesito frenagem, a Brembo fornece pinças monobloco com fixação radial em dois discos de 320 mm, com pistões dedicados a essa versão. O conjunto respira competição. A posição de pilotagem segue a mesma lógica: pedaleiras recuadas 10 mm, semi-guidões mais abertos, banco e distância ao solo elevados em 4 mm. O ganho de ângulo de inclinação chega a 47 graus, contra 46 da RR convencional. Os Pirelli SuperCorsa SP montados de fábrica, em 120/70-17 na dianteira e 190/50-17 na traseira, são homologados para rua, mas claramente projetados para o asfalto liso de um circuito.

Sob a carenagem, o quatro cilindros em linha de 999 cm3 desenvolve 181 cavalos a 12 250 rpm e 113,8 Nm de torque a 10 500 rpm, graças a um trabalho nas sedes de válvulas e nos dutos de admissão. Pistões e bielas selecionados à mão, bomba de óleo aliviada: a Honda cuida dos detalhes. Porém, esses 181 cavalos ficam aquém dos 200 cv que a BMW S 1000 RR ou a Kawasaki ZX-10R já ofereciam na mesma época. O quatro cilindros japonês é ágil e prazeroso, mas falta potência bruta para jogar no mesmo campeonato.

E depois tem o assunto que incomoda: o ABS. A Honda insiste com seu C-ABS combinado, oferecido como opcional. O sistema funciona bem, seu histórico em provas de endurance comprova isso. Mas ele acrescenta 11 kg na balança, quando as soluções concorrentes da Bosch ou Nissin adicionam apenas dois. Em uma esportiva que marca 199 kg com tanque cheio e é vendida por 19 199 euros, esse excesso de peso é difícil de justificar. Ainda mais quando a concorrência traz de série controle de tração, múltiplos mapas de motor e ABS esportivo leve. A CBR 1000 RR SP não oferece nada disso.

Essa Fireblade SP continua sendo uma máquina sedutora para os fiéis da Honda, aqueles que valorizam a qualidade de fabricação japonesa e o prazer de um chassi bem concebido. A rabeta monoposto, a ausência de pedaleiras de garupa, os 17,7 litros do tanque para encadear as sessões: tudo é pensado para o piloto sozinho contra o cronômetro. Mas em 2015, a paixão já não basta para compensar o atraso tecnológico. Diante de rivais repletas de eletrônica e mais potentes, a SP aposta mais na carta da emoção do que na da eficiência pura. Uma escolha respeitável, mas que a restringe a um público de conhecedores, e não ao de caçadores de tempos.

Equipamentos de série

  • Assistance au freinage : ABS de série

Informações práticas

  • La moto est accessible aux permis : A

Indicadores e posicionamento

Relação peso/potência
0.90 ch/kg
🔄
Binário / peso
0.57 Nm/kg
🔧
Potência volumétrica
178.5 ch/L
Na categoria Sport · cilindrada 500-2000cc (3629 motos comparadas)
Potência 179 ch Top 25%
50 ch mediana 132 ch 212 ch
Peso 199 kg Mais leve que 68%
185 kg mediana 205 kg 266 kg
Relação P/P 0.90 ch/kg Top 24%
0.24 mediana 0.65 1.08 ch/kg

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Perguntas frequentes

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