Desempenho chave

182 ch
Potência
🔧
2458 cc
Cilindrada
⚖️
320 kg
Peso
🏎️
240 km/h
Velocidade máx
💺
750 mm
Altura do assento
18.0 L
Tanque
💰
26 195 €
Preço novo
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Especificações técnicas

Motor

Cilindrada
2458 cc
Potência
182.0 ch @ 7000 tr/min (133.9 kW)
Torque
225.0 Nm @ 4000 tr/min
Arrefecimento
liquide
Taxa de compressão
10.8 : 1
Diâmetro × curso
110.2 x 85.9 mm
Válvulas/cilindro
4
Eixos de cames
2 ACT
Sistema de combustível
Injection
Norma Euro
Euro 5+

Chassi

Chassi
struture en aluminium
Câmbio
boîte à 6 rapports
Transmissão final
Cardan
Suspensão dianteira
Fourche téléhydraulique inversée Ø 47 mm, déb : 120 mm
Suspensão traseira
Mono-amortisseur, déb : 107 mm

Freios

Freio dianteiro
Freinage 2 disques Brembo Ø 320 mm, fixation radiale, étrier 4 pistons
Freio traseiro
Freinage 1 disque Brembo Ø 300 mm, étrier 4 pistons
Pneu dianteiro
150/80-17
Pressão dianteira
2.90 bar
Pneu traseiro
240/50-16
Pressão traseira
2.90 bar

Dimensões

Altura do assento
750.00 mm
Tipo de assento
Selle biplaces
Tanque
18.00 L
Peso
320.00 kg
Preço novo
26 195 €

Apresentação

Quem pode precisar de 2.458 cm³ sob o selim? Ninguém, obviamente. E é justamente isso que torna a Triumph Rocket III GT Storm 2025 tão fascinante. Essa máquina não responde a nenhuma necessidade racional. Ela existe pelo prazer bruto de colocar um motor de sedã num chassi de moto e ver o que acontece quando se abre o acelerador. O resultado é um três cilindros que agora cospe 182 cv a 7.000 rpm e 225 Nm de torque já a partir de 4.000 rpm. Para situar a loucura, uma BMW R 18 bate no teto com 91 cv. A Harley-Davidson CVO Road Glide e seus 121 cv fazem papel de coadjuvante. Nenhuma cruiser de série joga na mesma liga.

Triumph 2500 Rocket III GT Storm

A versão Storm empurra o limite um degrau acima da Rocket III GT convencional. A Triumph retrabalharam os comandos de válvulas, as válvulas e elevou a taxa de compressão para 10,8:1 para extrair 15 cv a mais. O ganho aparece um pouco mais acima na faixa de giros, o que alonga a faixa de empuxo e dá um caráter mais agressivo ao três cilindros. O torque também cresce 4 Nm, o que parece irrelevante no papel, mas contribui para uma retomada ainda mais brutal em regime intermediário. Tudo isso atende a norma Euro 5+, prova de que os engenheiros de Hinckley sabem domar seu monstro sem castrá-lo.

No quesito chassi, nenhuma revolução. O quadro em alumínio, a suspensão dianteira invertida de 47 mm com 120 mm de curso e o monoamortecedor traseiro permanecem idênticos. As verdadeiras novidades se concentram nas rodas: aros redesenhados, aliviados em um quilo, calçados com Metzeler Cruisetec em 150/80-17 na dianteira e 240/50-16 na traseira. A frenagem empresta do universo das esportivas com pinças Brembo de fixação radial e quatro pistões em discos de 320 mm na frente, uma pinça de quatro pistões em um disco de 300 mm atrás. Com 320 kg abastecida, esses componentes não são luxo. A transmissão por cardã e o câmbio de seis marchas completam um conjunto feito para devorar quilômetros sem se preocupar com a manutenção de uma corrente.

A GT se diferencia da versão R por uma ergonomia voltada ao conforto. O guidão recuado 125 mm e as pedaleiras alinhadas com as mãos impõem uma postura custom descontraída. O banco, a apenas 750 mm do solo, acolhe pilotos de menor estatura sem problema. As pedaleiras se ajustam em três posições com 50 mm de faixa horizontal, e o passageiro conta com um sissy-bar ajustável em altura. Uma bolha mais generosa protege do vento, os punhos aquecidos vêm de série. O tanque de 18 litros continua sendo o ponto fraco para as etapas longas, mas ninguém compra essa moto para cruzar o continente de uma vez só.

O visual Storm mergulha a máquina no escuro. Subquadro, mesas da suspensão, escapamentos, comandos, manetes, aro dos faróis, cavalete: tudo recebe acabamento escurecido. Apenas a tampa do tanque, alguns insertos polidos no motor e o emblema sob o banco quebram a monotonia. A eletrônica embarcada permanece inalterada, mas suficientemente completa: quatro modos de pilotagem, controle de tração sensível à inclinação, ABS em curva, iluminação full LED, partida sem chave, tela TFT colorida e piloto automático. O quickshifter segue como opcional, um detalhe irritante a 26.195 euros. Por esse valor, estamos falando de uma moto que não se destina nem a iniciantes nem a piloteiros de pista, mas aos amantes de sensações mecânicas fora do comum — aqueles que querem sentir o asfalto se deformar sob o empuxo de um motor que nada mais no mercado consegue igualar.

Equipamentos de série

  • Assistance au freinage : ABS
  • Nombre de mode de conduite : 4
  • ABS Cornering
  • Jantes aluminium
  • Indicateur de vitesse engagée
  • Régulateur de vitesse
  • Bluetooth
  • Prise USB
  • Aide au démarrage en côte (Hill Hold Control)
  • Démarrage sans clé
  • Contrôle de traction
  • Poignées chauffantes
  • Embrayage anti-dribble
  • Repose-pieds réglables
  • Centrale inertielle
  • Commodes rétro-éclairés

Informações práticas

  • La moto est accessible aux permis : A

Indicadores e posicionamento

Relação peso/potência
0.56 ch/kg
🔄
Binário / peso
0.70 Nm/kg
🔧
Potência volumétrica
73.0 ch/L
Na categoria Custom / cruiser · cilindrada 1229-4916cc (1942 motos comparadas)
Potência 180 ch Top 1%
49 ch mediana 89 ch 152 ch
Peso 320 kg Mais leve que 54%
276 kg mediana 323 kg 382 kg
Relação P/P 0.56 ch/kg Top 3%
0.18 mediana 0.26 0.43 ch/kg

Perguntas frequentes

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