Desempenho chave

153 ch
Potência
🔧
929 cc
Cilindrada
⚖️
199 kg
Peso
🏎️
273 km/h
Velocidade máx
💺
815 mm
Altura do assento
18.0 L
Tanque
💰
12 346 €
Preço novo
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Especificações técnicas

Motor

Cilindrada
929 cc
Potência
153.0 ch @ 11000 tr/min (107.3 kW)
Torque
101.0 Nm @ 9000 tr/min
Tipo de motor
In-line four, four-stroke
Arrefecimento
Liquid
Taxa de compressão
11.3:1
Diâmetro × curso
74.0 x 54.0 mm (2.9 x 2.1 inches)
Válvulas/cilindro
4
Eixos de cames
2 ACT
Sistema de combustível
Injection
Partida
Electric

Chassi

Chassi
Double poutre alu
Câmbio
6-speed
Transmissão final
Chain   (final drive)
Suspensão dianteira
Fourche téléhydraulique inversée Ø 43 mm, déb : 135 mm
Suspensão traseira
Monoamortisseur Unit Pro-Link , déb : 135 mm
Curso da roda dianteira
120 mm (4.7 inches)
Curso da roda traseira
135 mm (5.3 inches)

Freios

Freio dianteiro
Dual disc
Freio traseiro
Single disc
Pneu dianteiro
120/70-ZR17
Pressão dianteira
2.50 bar
Pneu traseiro
190/50-ZR17
Pressão traseira
2.90 bar

Dimensões

Altura do assento
815.00 mm
Distância entre eixos
1400.00 mm
Tanque
18.00 L
Peso
199.00 kg
Peso a seco
170.00 kg
Preço novo
12 346 €

Apresentação

Quando a Honda lançou a primeira CBR 900 RR Fireblade em 1992, o mundo das esportivas de rua virou de cabeça para baixo. Uma moto de 750 num corpo de 900, leve, incisiva, temível. Quase uma década depois, a concorrência recuperou o atraso. A Yamaha R1 redistribuiu as cartas, a Kawasaki ZX-9R avançava terreno. Para a safra 2001, a Honda revisou sua lição de casa e entregou uma Honda CBR 900 RR Fireblade profundamente reformulada. Não um simples retoque: uma reformulação mecânica e de chassi que visava reconquistar o trono das hiperesportivas.

Honda CBR 900 RR Fireblade

O quatro cilindros em linha passa a 929 cc, ganha injeção eletrônica PGM-FI e recebe uma válvula no escapamento para reforçar o torque em média rotação. Resultado: 153 cv a 11.000 rpm e 101 Nm a 9.000 rpm. No papel, os números permanecem dentro da norma da categoria. Na estrada, é a maneira que faz a diferença. Esse motor não pula no seu rosto como o twin-cam da R1. Ele sobe de giro com uma progressividade aveludada, quase polida demais para alguns. Os amantes de sensações brutas vão criticar esse temperamento civilizado. Mas é justamente a marca registrada da Fireblade desde a SC33 de 1992: a potência a serviço do piloto, jamais contra ele. A injeção se mostra limpa desde os primeiros fios de acelerador, sem trancos, sem hesitação. Um motor educado que gira redondo de 3.000 a 11.000 rpm.

No quesito chassi, a Honda trouxe artilharia pesada. O quadro dupla viga em alumínio recebe uma bengala invertida de 43 mm e uma balança diretamente ancorada nos cárteres do motor, à maneira das máquinas de Grand Prix. Essa montagem encurta a distância ao pinhão de saída do câmbio e melhora a tração na saída de curva. O entre-eixos contido em 1.400 mm, o peso reduzido a 170 kg a seco e 199 kg com todos os fluidos: a Honda CBR 900 RR Fireblade 2001 caça nas águas de máquinas bem mais radicais. Os freios com duplo disco dianteiro mordem com convicção, o trem dianteiro inspira confiança imediata. A precisão da direção lembra a de um bisturi. Você inscreve a moto na curva com uma simples pressão no semi-guidão, a trajetória se desenha sem flutuação, mesmo em pavimento degradado. As suspensões filtram as imperfeições mantendo um retorno de informação preciso. É o que a Honda chama de "Total Control", e nesta geração, o conceito faz todo sentido.

O lado negativo? A proteção aerodinâmica continua espartana. Passados 200 km/h dos 273 km/h de velocidade máxima anunciados, o vento se torna um adversário sério. A bolha foi talhada para o estilo, não para o conforto rodoviário. O banco posicionado a 815 mm e a posição inclinada para frente convêm aos pilotos de porte médio, mas os grandes rodadores acharão o espaço limitado. O tanque de 18 litros oferece uma autonomia correta, sem mais. Quanto ao preço de 12.346 euros em 2001, ele colocava a Honda CBR 900 RR Fireblade no topo da sua categoria, um posicionamento assumido frente às rivais japonesas. Hoje no mercado de usadas, a CBR 900 RR Fireblade é negociada por volta de 3.490 euros dependendo do estado e da quilometragem, o que a torna uma esportiva acessível para quem busca sensações sérias sem hipotecar a garagem.

Entre a Fireblade 1998 e esta versão 2001, o salto qualitativo é nítido. A Honda preencheu o atraso acumulado nas pistas preservando a polivalência rodoviária que construiu a reputação do modelo desde 1992. Diante da R1, talvez lhe falte aquele toque de loucura que eletriza os pisteiros puros. Diante da ZX-9R, ela opõe um acabamento e uma coerência de conjunto superiores. A CBR 900 RR Fireblade 2000-2003 continua sendo uma esportiva pensada para o piloto exigente que quer andar rápido em qualquer lugar, não apenas entre duas zebras de pista. Uma moto que perdoa as aproximações em vez de puni-las, e talvez essa seja sua maior qualidade.

Informações práticas

  • La moto est accessible aux permis : A

Indicadores e posicionamento

Relação peso/potência
0.74 ch/kg
🔄
Binário / peso
0.51 Nm/kg
🔧
Potência volumétrica
158.2 ch/L
Na categoria Sport · cilindrada 465-1858cc (3898 motos comparadas)
Potência 147 ch Top 37%
38 ch mediana 128 ch 212 ch
Peso 199 kg Mais leve que 65%
183 kg mediana 203 kg 265 kg
Relação P/P 0.74 ch/kg Top 34%
0.23 mediana 0.63 1.08 ch/kg

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Perguntas frequentes

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