Desempenho chave

173 ch
Potência
🔧
998 cc
Cilindrada
💺
835 mm
Altura do assento
18.0 L
Tanque
Comparar a Yamaha YZF-R1SP com: Escolher uma moto →

Especificações técnicas

Motor

Cilindrada
998 cc
Potência
172.6 ch @ 12500 tr/min (126.0 kW)
Torque
106.6 Nm @ 10900 tr/min
Tipo de motor
In-line four, four-stroke
Arrefecimento
Liquid
Diâmetro × curso
77.0 x 53.6 mm (3.0 x 2.1 inches)
Válvulas/cilindro
5
Sistema de combustível
Injection
Distribuição
Double Overhead Cams/Twin Cam (DOHC)
Partida
Electric

Chassi

Câmbio
5-speed
Transmissão final
Chain   (final drive)
Embreagem
Wet, multiple-disc
Suspensão dianteira
Telescopic forks
Suspensão traseira
Swingarm (link suspension)

Freios

Freio dianteiro
Double disc
Freio traseiro
Single disc
Pneu dianteiro
120/70-ZR17
Pneu traseiro
190/50-ZR17

Dimensões

Altura do assento
835.00 mm
Distância entre eixos
1415.00 mm
Distância ao solo
135.00 mm
Comprimento
2085.00 mm
Tanque
18.00 L
Peso a seco
174.00 kg

Apresentação

Ainda nos lembramos do choque, em 1998, quando a primeira R1 chegou. Essa adolescente surtada simplesmente reescreveu as regras do jogo. Mas uma vez adulta, como refiná-la sem que ela perca sua alma? Para 2006, a Yamaha jogou a carta da sofisticação pura com esta série limitada SP. Apenas 500 exemplares, um preço que flerta com os 20.000 euros, estamos claramente em um objeto de desejo mais do que em uma simples moto de série.

Yamaha YZF-R1SP

A base é já a R1 2006, uma máquina já terrivelmente bem-sucedida com seus 175 cavalos a 12.500 rotações. Então sim, os três cavalos a mais da SP parecem anedoticos. A alquimia opera em outro lugar, em detalhes que falam aos conhecedores. O verdadeiro tesouro é a suspensão Öhlins sob medida, uma garrafa e um mono que oferecem um ajuste digno de uma fábrica. O ponto alto? Um sistema no braço oscilante que permite ajustar a altura da suspensão em 10 mm, um ajuste valioso para refinar a transferência de massa na frenagem. Adicione a isso uma embreagem anti-patinação para acalmar os solavancos na desaceleração, e as rodas Marchesini em magnésio que tiram 400 gramas de massa não suspensa. Esta R1 SP não ganha em potência bruta, ela ganha em precisão e em sensações puras.

Ainda assim, subir nela não é uma revelação cósmica. Ela permanece uma R1, com esse caráter agora mais civilizado e menos selvagem do que as primeiras gerações. Ela é de uma eficiência redutável, de uma beleza gelada, mas ela trocou seus tênis por scarpins. Ela não é mais a pequena terrorista dos primórdios, mas uma esportiva altamente refinada. E é muito bom assim. Ela perdoa mais, ela comunica melhor, ela se posiciona como embaixadora de um desempenho acessível, pelo menos para quem tem condições. Os defeitos? O duo é um conceito abstrato, o banco monoplace é mais decorativo do que útil, e alguns puristas vão resmungar sobre o amortecedor de direção que não é assinado Öhlins. Mas francamente, quem iria reprochar a Claudia Schiffer de usar o mesmo vestido duas vezes?

Esta edição SP não se destina ao iniciante, nem mesmo ao viajante ocasional. É a peça de coleção para o pistard exigente, aquele que busca a nuance última no ajuste e o orgulho de possuir um numerado. Ela personifica a quintessência da esportiva japonesa dos anos 2000, em um momento em que a eletrônica ainda não havia tudo invadido. Pilotá-la é saborear um diálogo mecânico direto, uma conexão analógica entre o homem e a máquina. Um último suspiro de uma era que se foi, cristalizado em alumínio, magnésio e uma boa dose de loucura controlada.

Indicadores e posicionamento

🔧
Potência volumétrica
172.9 ch/L
Na categoria Sport · cilindrada 499-1996cc (3553 motos comparadas)
Potência 173 ch Top 28%
50 ch mediana 130 ch 212 ch

Motos similares

Perguntas frequentes

Avaliações e comentários

Nenhuma avaliação ainda. Seja o primeiro a compartilhar sua opinião!