Desempenho chave
Especificações técnicas
Motor
- Cilindrada
- 398 cc
- Potência
- 38.0 ch @ 8000 tr/min (27.9 kW)
- Torque
- 37.0 Nm @ 6500 tr/min
- Tipo de motor
- Monocylindre, 4 temps
- Arrefecimento
- liquide
- Taxa de compressão
- 11.1 : 1
- Diâmetro × curso
- 90 x 62.6 mm
- Válvulas/cilindro
- 4
- Eixos de cames
- 2 ACT
- Sistema de combustível
- Injection Ø 42 mm
- Partida
- électrique
Chassi
- Chassi
- double longeron + simple berceau dédoublé en acier
- Câmbio
- boîte à 5 rapports
- Transmissão final
- Chaîne
- Suspensão dianteira
- Fourche téléhydraulique inversée Ø nc, déb : 260 mm
- Suspensão traseira
- Mono-amortisseur, déb : 277 mm
Freios
- Freio dianteiro
- Freinage 1 disque Nissin Ø 310 mm, étrier 2 pistons
- Freio traseiro
- Freinage 1 disque Nissin Ø 240 mm, étrier simple piston
- Pneu dianteiro
- 120/70-17
- Pneu traseiro
- 140/70-17
Dimensões
- Altura do assento
- 890.00 mm
- Tipo de assento
- Selle biplaces
- Tanque
- 8.70 L
- Peso
- 154.00 kg
- Preço novo
- 9 699 €
Apresentação
Vinte anos de ausência e eis que ela ressurge. A Suzuki ressuscita sua pequena DR-Z em uma versão supermotard batizada de DR-Z4SM 400, modelo 2025, como se o tempo nunca tivesse parado. Só que o tempo passou, sim, e essa moto volta transformada. Novo visual, nova parte ciclo, eletrônica embarcada. O monocilíndrico de 398 cm3 foi revisado de cabo a rabo para atender às exigências Euro5+. No papel, é uma verdadeira atualização. Resta saber se o preço acompanha a lógica do mercado.

No quesito estilo, a Suzuki não optou pelo caminho fácil. Em vez de tirar o molde de 2006 da gaveta com uma nova pintura, os designers criaram uma linha mais afiada, mais nervosa. A placa do farol compacta, as carenagens do radiador talhadas ao estilo enduro moderno e o banco plano formam um conjunto coerente. Sobe-se nessa máquina como se montasse numa grande bicicleta de trial urbano: tudo é fino, tudo é leve, nada sobra. O pequeno bagageiro integrado é um toque prático, mesmo que o kit de ferramentas do modelo anterior tenha desaparecido. O tanque se contenta com 8,7 litros, o que limita as saídas a percursos curtos. Nem pensar em pegar a estrada rumo ao litoral com esse porte. A instrumentação continua espartana, com uma tela LCD sem firulas. Indicador de marcha, medidor de combustível, relógio. O estritamente necessário.
Por baixo da carenagem, o chassi também mudou de filosofia. O quadro de dupla longarina em aço com berço desdobrado ganha em rigidez em relação à arquitetura anterior. A balança traseira em alumínio adota um desenho repensado, mais adequado às exigências de uma supermotard feita para aguentar frenagens fortes e retomadas na saída de curva. A suspensão dianteira invertida oferece 260 mm de curso, o mono traseiro 277 mm. Valores generosos que denunciam as origens off-road da fera. Com seus 890 mm de altura de banco, ela vai deixar os pilotos mais baixos na ponta dos pés. É o preço a pagar por uma distância ao solo confortável. As rodas de 17 polegadas calçadas com pneus 120/70 e 140/70 aceitam pneus rodoviários convencionais, mas atenção: ainda se roda com câmara de ar. A frenagem, confiada à Nissin, é composta por um disco de 310 mm na dianteira e 240 mm na traseira. Para 154 kg com todos os fluidos, é correto sem ser esportivo. O ABS está presente e pode ser desativado na roda traseira, uma escolha lógica para os adeptos da derrapagem controlada.

O monocilíndrico quatro tempos quatro válvulas foi profundamente reformulado. Pistão, ignição, injeção, escapamento, arrefecimento: praticamente tudo é novo. O resultado apresenta 38 cavalos a 8.000 rpm e 37 Nm de torque a 6.500 rpm. Dois cavalos a menos que o modelo original, sacrifício feito no altar da despoluição. A compensação vem da eletrônica: acelerador ride-by-wire, três mapas de motor, controle de tração ajustável em três níveis e desativável, embreagem assistida antirrepique. O Suzuki Intelligent Ride System dá a essa pequena cilindrada ferramentas que sua antecessora jamais teria imaginado.

O verdadeiro tema de debate é o posicionamento de preço. Qual é o preço da Suzuki DR-Z4SM 400 2025 na França? É preciso desembolsar 9.699 euros. Uma quantia considerável quando se sabe que roadsters mais potentes e mais versáteis começam em torno de 7.000 euros. A Suzuki aposta aqui na carta do nicho, do prazer puro, do brinquedo urbano que transforma cada trajeto em diversão. A concorrência direta é escassa, e talvez seja aí que reside a força dessa proposta. Nenhuma Yamaha WR450F homologada para rua para barrar seu caminho, nenhuma Honda CRF450L no catálogo europeu. A DR-Z4SM ocupa um segmento praticamente deserto. Ainda assim, é preciso convencer os compradores de que um monocilíndrico de 38 cavalos vale esse ingresso.
Equipamentos de série
- Assistance au freinage : ABS
- Nombre de mode de conduite : 3
- Jantes à rayon
- Indicateur de vitesse engagée
- Aide au démarrage
- Contrôle de traction
- ABS déconnectable
- Embrayage anti-dribble
Informações práticas
- La moto est accessible aux permis : A, A2
- Pays de fabrication : Japon
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