Desempenho chave

28 ch
Potência
🔧
397 cc
Cilindrada
🏎️
140 km/h
Velocidade máx
13.0 L
Tanque
💰
4 495 €
Preço novo
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Especificações técnicas

Motor

Cilindrada
397 cc
Potência
28.0 ch @ 7000 tr/min (20.6 kW)
Torque
30.0 Nm @ 5500 tr/min
Tipo de motor
Monocylindre, 4 temps
Arrefecimento
par air
Válvulas/cilindro
4
Eixos de cames
1 ACT
Sistema de combustível
Injection

Chassi

Chassi
Cadre tubulaire en acier
Câmbio
boîte à 5 rapports
Transmissão final
Chaîne
Suspensão dianteira
Fourche téléhydraulique inversée Ø 41 mm
Suspensão traseira
2 amortisseurs latéraux

Freios

Freio dianteiro
Freinage
Freio traseiro
Freinage tambour
Pneu dianteiro
90/90-19
Pressão dianteira
1.80 bar
Pneu traseiro
130/70-18
Pressão traseira
2.00 bar

Dimensões

Tanque
13.00 L
Peso a seco
151.00 kg
Preço novo
4 495 €

Apresentação

Quando uma marca desconhecida há dez anos se lança no segmento vintage com uma scrambler a 4.495 euros, a pergunta se coloca diretamente: roubada ou boa negócio? Com esta versão Chromium, a Mash traz alguns ajustes a uma receita já bem rodada, tudo para atender à norma Euro4 sem passar vergonha. O tanque cromado é a peça central do espetáculo, e é preciso admitir que causa impacto. O ABS se integra com a possibilidade de desativá-lo pelo guidão, o paralama dianteiro encurta, os acabamentos ganham em cuidado. Não são revoluções, mas correções que permitem à moto manter seu posto em uma corrente vintage que não dá sinais de se esgotar.

Mash 400 Scrambler Chromium

Este monocilindro de 397 cc com quatro válvulas desenvolve 28 cavalos a 7.000 rpm para 30 Nm de torque em rotações intermediárias. No papel, não se faz tremer as Ducati Scrambler ou as Royal Enfield Himalayan, vendidas significativamente mais caro, mas com um prestígio incomparavelmente maior. A Mash, por sua vez, assume suas origens chinesas sem complexo particular. O quadro tubular de aço, o grande mono com aletas de resfriamento, os dois instrumentos analógicos no painel despojado: tudo remete a uma época em que se dava partida com o pé, no kick, como esta moto ainda convida a fazer. Abrir mão desse ritual seria perder uma parte da alma da máquina.

A geometria e os equipamentos definem claramente um perfil de scrambler acessível: rodas de raios, pneus com cravos leves em 90/90-19 na frente e 130/70-18 atrás, guidão cross elevado, caneleiras na forquilha invertida de 41 mm de diâmetro, placa de corrida aparafusada acima do farol. A linha de escapamento termina em um silencioso em forma de megafone, a traseira é minimalista, a lanterna redonda e discreta. A forquilha ganha seis milímetros de diâmetro em relação à geração anterior e os dois amortecedores laterais foram revisados para absorver os caminhos esburacados sem se desmontar. O resultado visual é coerente, quase convincente; pode-se questionar a ausência do escapamento elevado — algo que a versão 125 do mesmo nome soube integrar —, mas a escolha preserva o conforto do passageiro.

Com 151 kg a seco e um tanque de 13 litros, a moto permanece leve de manejar. O monocilindro, cuja filiação com certo fabricante japonês dos anos 70 não é segredo, não exige ser pressionado. Ele entrega seu torque com franqueza nas rotações intermediárias e alcança os 140 km/h em velocidade máxima, o que situa claramente seu terreno de jogo entre as estradas tranquilas e as trilhas enlameadas. O freio traseiro a tambor arranca sorrisos em 2019; o disco dianteiro de 280 mm mordido por dois pistões com mangueira trançada reequilibra um pouco o conjunto. A injeção Siemens faz seu trabalho sem entusiasmos particulares; algumas rispidezas relatadas a frio, nada impeditivo.

O público-alvo não é o piloto em busca de adrenalina nem o viajante partindo por seis meses pela Ásia Central. É o condutor urbano ou periurbano que quer uma moto com personalidade, visualmente bem-sucedida, pouco exigente no dia a dia e não arruinadora na compra. Nesse sentido, 4.495 euros por uma scrambler com ABS e forquilha invertida é um argumento de peso que nem a Ducati nem a Triumph podem contestar nessa faixa de preço. O acabamento não pretende igualar as máquinas premium, e os compradores sabem disso ao assinar o pedido. O que compram é uma postura, um prazer mecânico simples e a satisfação de andar vintage sem hipotecar os próximos cinco anos.

Equipamentos de série

  • Assistance au freinage : ABS désactivable

Informações práticas

  • La moto est accessible aux permis : A

Indicadores e posicionamento

🔧
Potência volumétrica
69.5 ch/L
Na categoria Classic · cilindrada 199-794cc (1670 motos comparadas)
Potência 28 ch Top 56%
17 ch mediana 34 ch 62 ch

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Perguntas frequentes

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